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sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Ligue o Office 2010 à nuvem

Saiu a mais recente versão do OFFICE da Microsoft. Para alêm das novidades estéticas e algumas funções novas o que há de novo?

A Microsoft abraçando o conceito da programação na "nuvem" permite a utilização das ferramentas do OFFICE na internet.
Assim ao adquirir e instalar o OFFICE 2010 no PC pode utilizar essas ferramentas na web.


Para tal apenas têm que se inscrever no OFFICE LIVE, pode utilizar a conta do MSN para esse efeito.

Para alêm da vantagem de podermos utilizar o nosso OFFICE em qualquer lado, em que exista internet. Podemos dar permissão a outros utlizadores do Windows Live para ler e/ou editar documentos armazenados na nossa conta.

Para obter mais informações pode consultar o site da Microsoft.


sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Quer um computador fantasma?

G.ho.st, abreviatura para Global Hosted Operating System, é uma plataforma que lhe permite criar o seu próprio "computador virtual" (VC), acessível a partir de qualquer dispositivo com um browser e ligação à Internet.

Trata-se de um sistema operativo baseado na Web, em cloud computing, com desktop, aplicações de produtividade (Zoho Write, Zoho Sheets e Zoho Show), email e 15GB para guardar ficheiros.

Também inclui um serviço mensagens instantâneas que importa a lista de contactos do utilizador noutros serviços - à semelhança do que faz, por exemplo, o eBuddy - e uma biblioteca multimédia, através de ligação à Last.fm, Flickr, Youtube e Google Books, por exemplo.

SAPO TEK

sexta-feira, 19 de junho de 2009

A Virtualização

A virtualização está na ordem no dia. No mundo das tecnologias de informação, é evidente a crescente necessidade de se optimizar recursos, reduzir o desperdício e ao mesmo tempo aumentar a performance. Quer-se mais eficiência com menos custos.
Se olharmos para dados disponíveis por exemplo na Microsoft, vemos que não é nada anormal haver servidores com taxas de utilização inferiores a 5%, e mesmo nos desktops essa taxa ronda os 10 a 15%...
Hoje a virtualização vai além dos simples servidores de terminais, que permitiam num mesmo sistema operativo várias sessões de utilizadores distintos. Agora é possível dissociar o software do hardware que lhe está subjacente. Os vários utilizadores executam o seu próprio sistema operativo num mesmo servidor físico. Além do hardware desse servidor, estes “ambientes virtuais” não têm nada em comum entre eles nem de alguma maneira estão dependentes uns dos outros.
Isto apresenta vantagens óbvias em termos de backup, manutenção e suporte de dados, instalação e gestão de sistemas claramente simplificados, etc, etc.
É o software a simular o hardware.
São as máquinas reais a dar lugar à realidade virtual?